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Exército israeliano fecha televisão Palestina na Cisjordânia

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O exército  israeliano  revistou na madrugada desta sexta-feira o canal de televisão palestino Falestine al-Yom, em Ramalllah, fechou suas instalações e prendeu seu director. Israel acusa o Falestine al-Yom (A Palestina de Hoje) de ser porta-voz da organização Jihad Islâmica e de alimentar a violência. Esta operação é a primeira desde que o governo  israeliano  anunciou, na semana passada, um endurecimento de sua política em relação aos meios de comunicação  palestino . O exército, que chegou a bordo de um comboio de jipes, apreendeu material de gravação e difusão, informou o canal. As autoridades  israeliano  ordenaram o fechamento da redacção, indicou um porta-voz do exército. A transmissão, no entanto, continua. O canal continuará transmitindo na Faixa de Gaza, território palestino separado geograficamente da Cisjordânia pelo território  israeliano , indicou o Shin Beth, o serviço  israeliano  de inteligência e luta antite...

Camionistas falam de estrada no centro como o “corredor da morte”

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Camionistas e passageiros de viaturas de transporte consideram um "alto risco" enfrentar o troço Save-Muxúnguè da principal estrada de Moçambique e sujeito a escoltas militares obrigatórias, após uma sequência de emboscadas, e descrito como um "corredor de morte". "Isso é entrar para um corredor de morte. Você entra no troço já condenado à morte e, quando sai vivo, parece que foi amnistiado", diz à Lusa Sérgio Cristóvão, camionista, enquanto espera a coluna montada ao longo de cem quilómetros na província de Sofala, relembrando memórias que julgava afastadas do período da guerra civil, encerrada há mais de duas décadas. Naquela altura, conta Sérgio Cristóvão, as escoltas eram de Save a Inchope, já na província de Manica, mas "o risco que era igual ao de hoje", sustentando que actualmente as armas das duas partes são mais "sofisticadas e mortíferas", referindo-se às Forças de Defesa e Segurança e ao braço armado da Renamo (R...

Emboscadas tornam principal via do país em “estrada fantasma”

Save e Muxúnguè, província de Sofala, tanto dentro da escolta militar como fora dela, numa estrada que evoca um cenário de guerra, exibindo seis viaturas queimadas, incluindo autocarros, lembrando o conflito político-militar entre Governo e Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), entre 2013 e Setembro de 2014. O cenário de destruição contrasta com dois novos blindados "golfinhos" e centenas de militares estatais estacionados em três posições estratégicas no troço para acudir à eventual eclosão de repetição dos ataques das últimas semanas e que têm sido atribuídos aos homens armados da Renamo, no âmbito da sua reivindicação de governar pela força nas seis províncias onde reclama vitória eleitoral. Um camião-tanque veloz da Unidade de Intervenção Rápida (UIR), força especial da polícia, liga a sirene e acende pirilampos liderando o início da coluna em Muxúnguè. Cinco minutos depois, as viaturas já vão lançadas a mais de cem quilómetros por hora e começam as ultra...

Nyusi apossou 13 Membros do Conselho de Estado

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O Presidente da República apossou, hoje, 13 membros do Conselho de Estado. Na sessão,   Filipe Nyusi destacou a consolidação da paz, da unidade nacional e do desenvolvimento do país como prioridades para aquele órgão de consulta do Chefe de Estado. Trata-se da Presidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, do Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, do antigo Presidente da República, Armando Guebuza – nomeados por inerência de funções –; Deolinda Guezimane, Dom Dinis Sengulane, Sheik Saíde Habibi, Maria Luísa Massamba, António Pedro Biala, Leovelgildo Buanancasso, Jeremias Munguambe, indicados pela Assembleia da República, e ainda Alberto Chipande, Alberto Vaquina e Daviz Simango, indicados por confiança do Presidente da República. Na cerimónia de empossamento, o Chefe de Estado moçambicano destacou ainda a consolidação da paz, da unidade e do desenvolvimento do país como prioridades que devem guiar os empossados Já os empossados, entendem que o restabeleciment...

Exército angolano quer controlar armas de guerra

AS Forças Armadas Angolanas (FAA) querem criar uma base de dados e controlar as armas de guerra nas mãos de particulares, empresas privadas de segurança e as utilizadas pela Polícia, face à falta de informação actual. A posição, segundo a agência Lusa, foi transmitida aos jornalistas pelo chefe da Direcção Principal de Armamento e Técnica das FAA, tenente-general Afonso Neto, à margem de uma reunião metodológica, em Luanda, sobre armamento. "Nós, Forças Armadas, utilizamos armas e também há outros operadores, outras organizações, que utilizam armamento.  Pensámos que este trabalho que estamos a fazer (registo de armas) necessariamente terá de evoluir para os outros sectores (...) obrigatoriamente teremos de encontrar uma modalidade que permita que tudo o que é armamento de guerra que não esteja nas FAA seja controlado por nós", explicou. O objectivo passa mesmo por "absorver", colocando em depósitos de armamento essas armas, disse, de acordo com a ...

Pacificação da Síria: Oposição satisfeita com agenda das conversações

O principal conselho da oposição síria informou, na quarta-feira (9), que a agenda proposta pelas Nações Unidas para as conversações de paz é positiva e que notou menos violações governamentais do acordo de cessar de hostilidades em vigor desde 27 de Fevereiro. Salem al-Muslat, porta-voz do Alto-Comissariado das Negociações (ACN, que reúne grupos importantes da oposição e dos rebeldes sírios), disse, segundo a Reuters, que o grupo irá, em breve, tomar em breve a decisão final de participar ou não das conversas em Genebra. Falando após o enviado da ONU, Staffan de Mistura, dizer que as conversações iriam ter como enfoque num novo Governo, Constituição e eleições, al-Muslat disse que o facto de a transição política estar na agenda é positivo. "Ouvimos o que o senhor de Mistura disse. Existem pontos positivos, existem questões que notamos que estão seguindo uma direcção positiva", disse. A nova ronda de negociações para pôr fim ao conflito na Síria decorrerá ...

“Crenças podem ter incitado a morte de quatro pessoas em Vanduzi”, diz académico Hamilton Matsinhe

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Sem remorsos e com uma forte fé na superstição, Joãozinho José confessou, recentemente, ter assassinado o irmão, a cunhada e dois filhos do casal. “E u andava nos curandeiros, sempre a ouvir a mesma história de que ele (o irmão falecido) está a comprar moagens, carros e mais coisas graças ao sangue da sua mãe e do seu filho que morreu repentinamente. Foi quando ganhei coragem e disse, então vamos morrer juntos , e acendi o fogo ”, justificou José, com o semblante visivelmente carregado de sentimento de vingança. O autor do crime acusa o irmão de feitiçaria, recorrendo-se aos resultados que teve nas consultas com curandeiros. À equipa do jornal “O País”, o investigador e docente de Antropologia da Universidade Eduardo Mondlane, Hamilton Matsinhe, diz que Joãozinho José pode mesmo ter sido movido por superstição. Condena o acto e explica que o meio social pode ter determinado o comportamento de José. “Tem a ver com o meio onde fomos criados e educados. Se se justifica ...